Jornal: para fazer sentido, tem que ser bem feito

Jornal: para fazer sentido, tem que ser bem feito

Dias atrás, parado no semáforo, recebi um dos tradicionais “jornais de construtora”, com textinhos genéricos e o anúncio de um edifício que estava sendo construído nas proximidades. Por trabalhar com comunicação, sempre dou alguma atenção a este tipo de material, mas a “qualidade editorial” (se é que dá para qualificar desta forma) do periódico era tão ruim que até eu coloquei direto na lixeira do carro. Isso é bom para a construtora que investiu na produção e impressão? Claro que não!

Por que fazem jornais?

Atualmente é o único tipo de impresso que, de acordo com a Lei, ainda pode ser entregue nas ruas. Então muitas empresas “burlam” a norma fazendo panfletos que tem cara de jornal, mas que de jornal não tem nada. Faltam a esses periódicos dois princípios básicos de qualquer veículo que se diga jornalístico: atualidade e universalidade, isto é, notícias que de fato tenham interesse público, falem de assuntos que conversem com o público da região e tragam alguma novidade.

Tendo isso em mente, criamos junto a um parceiro o Momento Ipiranga, um jornal de 50 mil exemplares que traz novidades, entrevistas, agenda cultural, dicas de lazer, espaço opinativo… Enfim, tudo que um jornal de bairro deve ter para cativar seu público e prestar serviço para o bairro. Um jornal que efetivamente é lido, não apenas deixado na lixeira do carro até o dia do lava-rápido.

O trabalho com veículos jornalísticos impressos é de grande valia para os anunciantes, pois acessam um público complementar ao das mídias sociais e anúncios online. Mas tem que ser bem feito, senão é só dinheiro (e papel) jogado no lixo.

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